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Notícias 17 Setembro 2018

Remy poderia ter sido cremado, mesmo sob suspeita de assassinato em Segundo Sol?

O destaque da mídia na semana passada foi o personagem Remy (Vladimir Britcha), que morreu misteriosamente na novela Segundo Sol, da Rede Globo. O vilão foi assassinado a facadas e seu corpo cremado em cerimônia familiar. A cena da cremação gerou diversas dúvidas no público, sugerindo a necessidade de maior divulgação sobre o processo, a legislação, as autorizações necessárias, etc.

Afinal, em caso de morte sob suspeita, o corpo pode ser cremado?

Não Pode. Porém...

Em casos onde o falecimento tenha ocorrido por morte violenta, ou seja, homicídio, suicídio, acidente de trânsito ou qualquer tipo de morte sob suspeita, a cremação de corpos é proibida judicialmente. Nestes casos a cremação só poderá ocorrer com autorização judicial. Com o aval do Instituto Médico Legal – IML, o juiz da comarca onde ocorreu o óbito terá que fornecer a competente e responsável autorização, lembrando que uma vez cremado, o corpo jamais poderá ser utilizado em exames de DNA, por exemplo.

 

No Brasil, o processo de cremação é orientado pela Lei Federal nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973. No seu artigo segundo, estão especificadas todas as exigências legais para o procedimento.

Tendência mundial, a cremação é uma prática que preserva o meio ambiente e ameniza os problemas da lotação cemiterial, além de ser uma forma prática e de baixo custo, culturalmente aceita em diversas partes do mundo. Assim, vale a pena falar mais sobre o assunto.

 

Quando poderá ocorrer a cremação de corpos?

Tudo fica mais fácil se, em vida, a pessoa tiver manifestado este desejo a seus familiares mais próximos e, neste caso, o atestado de óbito deve ser firmado por dois médicos...

Por outro lado, quando ocorrer morte natural e a pessoa, em vida, não manifestou discordância em ser cremada, a autorização para cremação é concedida pelo parente mais próximo do falecido e deve ser testemunhada por duas pessoas.

 

A lista de exigências pode variar conforme a cidade, porém, além de todos os documentos do falecido, são necessários os seguintes procedimentos:

  • Declaração de intenção do falecido, ainda em vida, registrada em cartório, ou autorização do parente mais próximo (cônjuge ou filhos) também registrada em cartório;
  • Declaração de óbito assinada por dois médicos (em caso de morte natural);
  • Declaração de óbito assinada por um médico legista e autorização judicial (em caso de morte violenta).

 

 

Crematórios do Rio

A cidade conta com quatro complexos: Crematório do Cajú (São Francisco Xavier), do Carmo, da Penitência (inauguração no dia 26 de setembro), do Catumbi e Memorial do Rio (em fase final de aprovação).

 

O crematório do Cajú, o primeiro do estado do Rio de Janeiro, recebeu atualização tecnológica e ambiental.

 

  

 

 

De olho na lei, Prefeitura do Rio coordena ações integradas.

O município do Rio de Janeiro mantém um órgão que unifica os procedimentos e fiscaliza o trabalho integrado dos crematórios com cemitérios e funerárias. A Coordenadoria Geral de Controle dos Cemitérios e Serviços Funerários – CGCS, promove reuniões gerais e setoriais, na sede da Secretaria Municipal de Conservação e Meio Ambiente, no Estácio.

Segundo a titular da pasta, Daniela Guedes, foram desenvolvidas diversas soluções de gestão e mecanismos de controle da qualidade dos serviços funerários e cemiteriais. “A busca por eficiência  e segurança está cada vez mais presente em nossas equipes técnicas, que acompanham e alinham os planos de expansão das empresas com as necessidades futuras da nossa cidade”, completa.

 

Daniela Guedes anuncia comissão de estudos sobre a legislação local para animais de estimação e outros.

 

 

Das reuniões mensais participam representantes de todos os serviços cemiteriais e funerários que atuam na cidade. Diretores e administradores das Concessionárias Reviver e Rio Pax, diretores dos Sindicatos Estaduais das Funerárias e dos Cemitérios Particulares, diretores de empresas funerárias, laboratórios e velórios particulares.

 

 

 

 Quadro 1)

 

COMO É O PROCESSO DE CREMAÇÃO?

 

1) CERIMÔNIA DE DESPEDIDA

Após o velório tradicional e a última homenagem de amigos e familiares, o corpo é transportado para o crematório.

2) METAIS E VIDROS REMOVIDOS
Retiram-se as alças de metal e eventuais vidros da urna.

3) CÂMARA FRIA
Por lei, deve-se aguardar 24 horas após o óbito antes de dar início à cremação propriamente dita. Enquanto não é cremado, o corpo permanece em uma câmara fria.

4) MOMENTO DA CREMAÇÃO
O caixão com o corpo é colocado em um forno de combustão rápida e não poluente em uma temperatura de 1.200 graus.

5) SEM FUMAÇA E SEM ODOR
A câmara primária é o local onde é feita a queima do corpo. Este processo libera gases que são sugados e queimados na câmara secundária a uma temperatura máxima de 1.200 graus.

6) NO FINAL APENAS RESTOS CREMADOS
As cinzas de um adulto pesam entre 1kg e 1,8kg e são recolhidas por uma abertura no forno. Em seguida são homogeneizadas, colocadas em uma urna cinerária e entregue a família, na data combinada.

7) DESTINO FINAL

Algumas cidades já disponibilizam locais para a guarda anual ou perpétua das urna, pensando nas famílias que não desejam se desfazer das cinzas de seus entes queridos. Consulte o crematório.

 

 

 

Quadro 2)

 

DOCUMENTOS

 

Quais os documentos necessários para ser cremado?

Se você deseja ser cremado, o mais recomendado é informar aos seus familiares a sua vontade e deixar uma Declaração de Vontade escrita e assinada, com reconhecimento em cartório. Caso isso não ocorra, a decisão pela forma que você será sepultado caberá aos seus familiares de primeiro grau, ou seja, cônjuges, pais, avós, filhos, netos e irmãos — que devem ser maiores de 18 anos e estarem munidos da respectiva documentação:

Se a pessoa a ser cremada não tiver parente de grau direto

Nesse caso, será preciso obter uma autorização judicial que deverá ser requisitada pelos familiares de segundo grau junto ao Poder Judiciário, apresentando os seguintes documentos:

  • Certidão de óbito;
  • Declaração do delegado não se opondo à cremação;
  • Boletim de Ocorrência (em caso de mortes violentas).

Caso o falecimento tenha ocorrido por causas naturais

Nesta situação, é preciso que a família ou o responsável apresente:

  • Atestado de óbito assinado por dois médicos;
  • Autorização de cremação devidamente preenchida e assinada por um parente de grau direto e duas testemunhas, com firma reconhecida;
  • Cópia do CPF e do RG do falecido;
  • Cópia da Certidão de Casamento ou de Nascimento do falecido.

Se o falecimento tiver ocorrido por morte violenta

Em casos de morte violenta, é preciso apresentar alguns documentos específicos que autorizam a cremação do corpo — indicando que o mesmo já foi analisado pela Polícia e pelos médicos do IML. Afinal, depois de cremado, é impossível indicar a causa da morte para um possível inquérito policial. Os documentos necessários são:

  • Atestado de óbito assinado por um médico legista;
  • Autorização de cremação assinada por um parente de grau direto e duas testemunhas, com firma reconhecida;
  • Autorização judicial, com declaração do delegado da polícia responsável pelo inquérito e do IML alegando que não se opõe à cremação;
  • Boletim de Ocorrência;
  • Cópia do RG, do CPF do falecido e do membro da família que autoriza a cremação;
  • Cópia da certidão de nascimento ou de casamento do falecido.

Nos casos de cremação de ossos

Além da cremação de cadáveres, também é possível, mediante autorização da família, realizar a exumação dos restos mortais para a cremação. Porém, para que isso ocorra, é preciso que sejam seguidas algumas regras ambientais e higiênicas.

A cremação de ossada é feita em um forno diferente da cremação de corpos e costuma ter duração de uma até três horas. Para estes casos, é preciso apresentar:

  • Autorização de cremação devidamente preenchida e assinada por um parente de grau direto e duas testemunhas, com firma reconhecida;
  • Declaração do cemitério ou guia de arrecadação da exumação com a informação dos dados do exumado, como nome, data do falecimento, número da quadra e nome do cemitério onde estava sepultado e número do túmulo;
  • Cópia do RG e do CPF do parente autorizante;
  • Certidão de casamento ou de nascimento do falecido.

Nos casos de cremação de ossos e morte violenta

Assim como nos casos de falecimento por morte violenta, a cremação de ossos também necessita de uma autorização judicial, informando que a cremação dos restos mortais não interferirá no inquérito policial. Então, é preciso apresentar:

  • Autorização judicial;
  • Autorização de cremação;
  • Declaração do cemitério com os dados do exumado ou Guia de arrecadação de exumação;
  • Cópia autenticada do atestado de óbito;
  • Cópia do RG e do CPF do parente que autoriza a cremação;
  • Certidão de nascimento ou de casamento do falecido.

Nos casos de cremação de membros

Quando uma pessoa sofre uma amputação, existem duas possibilidades — ou o próprio hospital encaminha o membro para a incineração ou o paciente poderá providenciar o sepultamento da parte, que pode ser feita de maneira tradicional em um cemitério ou via cremação. Para isso, é preciso apresentar:

  • Declaração de dois médicos constando a causa e o membro amputado, em receituário próprio;
  • Autorização de cremação;
  • Cópia do RG e do CPF da pessoa amputada.

No município do Rio de Janeiro, além dos documentos citados, é preciso seguir um procedimento próprio da CGCS, que estabelece um cronograma de gestão das Concessionárias. Anualmente, ambas se alternam na responsabilidade pela coleta e pelo fluxo de sepultamentos e/ou cremações nos Cemitérios Públicos e Particulares.

Nos casos de cremação de estrangeiros não residentes no país

Se a morte teve causas naturais, será preciso apresentar:

  • Autorização emitida pela autoridade judicial competente, após solicitação formulada pelo consulado do país responsável pela emissão do passaporte do falecido, constando nome e cargo de quem formulou a autorização;
  • Cópia do passaporte e do documento de identidade do falecido.

Quais passos posso decidir ainda em vida para ser cremado?

Como você pode notar, ser cremado é algo que envolve bastante burocracia e, por isso, deixar encaminhada a sua Declaração de Vontade e conversar antecipadamente com a família sobre os seus desejos é muito importante. A Declaração de Vontade é um documento em que uma pessoa manifesta a sua vontade de ser cremada ou de doar os seus órgãos após o seu falecimento perante um tabelião.

Podem ser feitos vários tipos de declaração para esse fim, bastando apenas que o declarante se dirija até um cartório portando seus documentos de identidade e declare a sua vontade — e que tenha conhecimento da sua responsabilidade cível e criminal, para que o documento, assim, tenha efeitos jurídicos. Esse é um passo importante para garantir que a sua vontade seja cumprida após seu falecimento, independente da decisão dos seus familiares. Além disso, uma boa maneira de se preparar é adquirindo um plano funerário, por exemplo, que permite o pagamento antecipado de todos os custos envolvidos no processo de cremação.

 

Atenção: este conteúdo possui caráter geral e meramente jornalístico. As informações locais devem ser confirmadas no crematório da sua cidade.

Fontes:

http://ipaxapp.com

http://www.bosqueesperanca.com.br

http://cemitériosemmistério.com.br 

 

 

Notícias 20 Agosto 2018

Projeto ReviVerde garante diversidade de espécies nativas no Cemitério do Caju

Cada vez melhor avaliados por usuários e familiares, que se manifestam nas páginas oficiais do Google, por exemplo, os cemitérios da Concessionária Reviver também representam um oásis para diversas espécies nativas da mata atlântica, que se abrigam em suas árvores e gramados. Nestes dias de inverno, as conhecidas "Viuvinhas", que alegram a vida do Rio de Janeiro, tiveram suas presenças registradas em vídeo nos jardins do Crematório do Cajú, pelo funcionário Luiz Antonio Bezerra, voluntário do Projeto ReviVerde.

Depois da iniciativa de implantar projetos de preservação da memória cultural, com pesquisa e identificação dos jazigos de personalidades e de importância histórica e artística (Projeto Queridos para Sempre!), e de preservação do ambiente cemiterial, para destinação correta de resíduos da atividade cemiterial (Projeto ReviVerde), a Concessionária Reviver lançou em 2016, o levantamento das espécies que procuram abrigo nos cemitérios sob sua responsabilidade: Caju, Ilha do Governador, Ricardo de Albuquerque, Realengo, Santa Cruz, Ilha de Guaratiba e Ilha de Paquetá. Ambientalistas e biólogos identificaram as espécies da fauna brasileira e promoveram a preservação de seus abrigos, ninhos e filhotes.

Segundo os primeiros resultados da nova fase do Projeto ReviVerde, milhares de aves e animais vivem no ambiente cemiterial do Rio atraídos pela quantidade de árvores produtoras de sementes e frutas, além da proximidade de matas e maciços florestais. Visitantes, funcionários e vizinhos dos cemitérios da Reviver recebem noções básicas de educação ambiental, sobretudo para não depositar lixo e restos de alimentos no chão e sobre os túmulos; não acender velas fora dos locais indicados para cerimônias religiosas; não levar nem abandonar animais domésticos, como cães e gatos; não colocar gaiolas e armadilhas para pássaros e animais.

 

Com um aplicativo Leitor de QRCode instalado nos celulares, os visitantes podem reconhecer as principais espécies. Aqui você pode ver no link:

http://reviver.in/projetos/index.php/reviverde/11-preservacao-ambiental

 

Notícias 21 Março 2018

Projeto ReviVerde reaproveita Água do Ar Condicionado das salas de velórios.

A Concessionária Reviver conseguiu rimar Ecologia com Economia em sua principal unidade cemiterial no Rio de Janeiro. Todos os aparelhos de ar-condicionado das capelas, os velórios do Cemitério do Caju (São Francisco Xavier), foram interligados num sistema de mangueiras e reservatórios que reaproveita aquelas gotas d’água que pingam do lado de fora, provocando desperdício, riscos aos pedestres e infiltrações nas paredes.

Parece pouco, mas as águas captadas nos 12 aparelhos de 30.000 BTUs, podem encher uma caixa de 500 litros por dia, dependendo da época do ano, garante o administrador Maurício Milano. “Agora, além de fazer bem ao meio ambiente e molhar os jardins, liberamos este recurso natural para a limpeza de jazigos perpétuos, nos serviços prestados por zeladores autônomos devidamente cadastrados na empresa. Fazemos economia e ainda cumprimos nossa função social”, continua.

 

Água e Meio Ambiente

Embora imprópria para consumo humano, essa água pode servir para a limpeza de prédios, lavagem de veículos, rega das plantas e várias outras utilidades. Afinal, em tempos de crises hídricas, evitar o desperdício de água é atitude sustentável e prova de responsabilidade corporativa.

Para o engenheiro Sandro Augusto Lobo, responsável pelo setor operacional da Reviver, essa prática evita o acúmulo de água para a proliferação de mosquitos como o Aedes Aegypti, reduz a quantidade de água retirada dos mananciais, e ainda contribui com as ações de educação ambiental, desenvolvidas pelo Projeto ReviVerde.

 

Você Sabia?

O Dia Mundial da Água (DMA) é celebrado no dia 22 de março. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 22 de Fevereiro de 1992.

Notícias 13 Agosto 2017

Cemitérios do Rio tem Preces e Lembranças no Dia dos Pais

Os cemitérios da Concessionária Reviver receberam milhares de visitantes neste domingo, Dia dos Pais.

Como acontece em todos os anos, desde 2016, quando assumiu a gestão de importantes unidades no Caju, Realengo, Ilha do Governador, Santa Cruz, Ricardo de Albuquerque e Paquetá, diversas cerimônias religiosas foram realizadas pelas respectivas comunidades. 

 

A novidade foi a distribuição de lembranças para os amantes de livros. Marcadores de páginas com imãs foram produzidos pela Reviver e entregues aos filhos e esposas, em visita aos jazigos de seus pais. Flores, velas e orações deram o tom das homenagens póstumas no Rio de Janeiro.

Notícias 05 Julho 2017

Cemitérios do Rio de Janeiro transformam covas rasas em jardim

A Concessionária Reviver está transformando a paisagem dos cemitérios públicos sob sua responsabilidade na cidade do Rio de Janeiro. Enquanto cumpre o cronograma definido pelo processo de Concessão, que vai substituir as covas rasas por jazigos sociais, decidiu plantar amplos gramados nas quadras que receberam sepultamentos diretamente na terra, começando pelo cemitério de Ricardo de Albuquerque, na zona norte.

A iniciativa integra a terceira fase do Projeto ReviVerde, que já identificou espécies animais em suas unidades e realiza campanhas de preservação e educação ambiental. Para o engenheiro Sandro Augusto Lobo Moreira, o plantio de grama complementa as ações de combate às erosões, evita o crescimento de mato e inibe o aparecimento de roedores e vetores. Porém, segundo o administrador Marcos Piter Pinto, além dos ganhos ambientais, a decisão tem agradado aos olhos dos familiares e visitantes, que aprovaram a beleza do novo cenário, visitam e fazem fotos do local. "Deu certo", comentou.

 

Rede Reviver - Depois da experiência bem sucedida, que incluiu o treinamento e a reciclagem dos funcionários da manutenção, os cemitérios de Realengo, Santa Cruz e Ilha do Governador já passam pela mesma transformação. O centenário Cemitério do Caju (foto) também está na programação da empresa, que nos próximos dias inaugura a primeira etapa dos milhares de jazigos sociais, construídos em modernas estruturas verticais com mínimo impacto ambiental.

Notícias 25 Abril 2017

Reviver inaugura Serviço de Cerimonial para Grandes Eventos com sepultamento de Jerry Adriani

Milhares de fãs, amigos e familiares do cantor Jerry Adriani estiveram no tradicional Cemitério do Caju, o São Francisco Xavier, neste dia 24 de abril. O corpo do ídolo da Jovem Guarda foi sepultado ao som das suas canções de sucesso, entoadas na voz de admiradores vindos do Rio de Janeiro e de outros estados.

Cantores, compositores, músicos e atores, como Erasmo Carlos, Agnaldo Timóteo, Neguinho da Beija-Flor, Sylvinho Blau-Blau, Carlos Colla, Zezé Mota e Alcione Mazzeo, participaram da despedida planejada para receber o grande público.

Considerado um dos mais concorridos da longa história do Caju, o sepultamento de Jerry aconteceu sem transtornos ou incidentes, apesar de concorrer com outros cerca de 45 enterros diários. O serviço de cerimonial para grandes eventos, disponibilizado pela Concessionária Reviver, incluiu a assistência pessoal aos familiares, assessoramento aos diversos veículos da imprensa, segurança e atendimento de saúde.

 

 

Personalidades que fizeram a História e a Cultura do Rio descansam no Caju!

Criado em 1839 e oficialmente inaugurado por D. Pedro II em 1851, no Cemitério do Caju estão sepultados famosos de vários segmentos:

Músicos: Noel Rosa, Tim Maia, Paulo Sérgio, Agepê, Waldick Soriano, Dolores Duran, Emilinha Borba, Orlando Silva, Jamelão, Cartola, Dona Zica, Dona Neuma, Ernesto Nazareth, Claudinho, Sinhô, Patápio Silva, Medeiros de Albuquerque...

Atores: Procópio Ferreira, Sérgio Pedro Corrêa de Britto, Zezé Macedo, Pedro de Lara, Wilza Carla, Cláudio Correia e Castro, Miele...

Médicos, Escritores, Poetas e Benfeitores: Bezerra de Menezes, Cruz e Souza, Artur de Azevedo, Fernando Barbosa Lima, Pedro Nava, Antônio Pereira Passos, Ana Neri...

Autoridades do Império e da República: Manuel Deodoro da Fonseca, Presidente Figueiredo, José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco, Souza Aguiar, Mascarenhas de Moraes, Marechal Zenóbio, Marechal Hermes, Henrique Teixeira Lott, Barão de Mangaratiba, José do Patrocínio, Guilherme Capanema, o Barão de Capanema.

 

Clique na foto para conhecer o Projeto Cultural Queridos para Sempre!

Foto: Autor desconhecido

Notícias 28 Janeiro 2017

Cemitérios alertam para proibição de crianças desacompanhadas dos pais

As equipes de segurança dos cemitérios administrados pela Concessionária Reviver S.A., no Rio de Janeiro, estão em estado de alerta contra a entrada de crianças desacompanhadas dos respectivos pais ou responsáveis.

A entrada de menores já é proibida por Decreto Municipal, porém com a chegada do verão, as brincadeiras com pipas e papagaios na vizinhança acaba terminando em invasões para perseguição das que foram cortadas com cerol, outra prática proibida. Além do risco de acidentes, pois acabam correndo pelas sepulturas sem prestar atenção, outras provocam danos ao patrimônio público e particular, como a quebra de tampos e ornamentos.

Notícias 06 Janeiro 2017

Mobilização contra o Mosquito da Dengue nos Cemitérios da Reviver

A Concessionária Reviver S.A. integra-se aos esforços da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, para a eliminação dos potenciais criadouros do mosquito transmissor da Dengue e outras doenças. Em todos os cemitérios sob sua gestão, os funcionários de campo estão orientados a identificar e eliminar qualquer reservatório de água parada, principalmente os vasos de flores naturais e as flores de plástico deixadas pelos familiares. 

Segundo as recentes reportagens publicadas no jornal O DIA, existe grande risco de que os números das contaminações cresçam muito na cidade e no estado.

 

Especialistas alertam para risco de nova epidemia de chikungunya no RJ

Secretaria Municipal de Saúde estima que até três milhões de pessoas possam ser infectadas com a doença durante o verão.

Nessa época do ano é preciso tomar muito cuidado com as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. No Rio de Janeiro, a preocupação é com a chikungunya. Os especialistas e a prefeitura estão prevendo que a cidade enfrente uma epidemia agora no verão.

Os sintomas da doença são dor de cabeça, febre, dor muscular e nas articulações, náuseas, manchas avermelhadas na pele e até queda de cabelo. As sequelas da doença podem durar por vários anos.

Nos anos anteriores a grande vilã era a dengue. Mas para a Fundação Osvaldo Cruz esse pode ser o verão da chikungunya. Como o vírus ainda é recente na cidade, poucas pessoas têm os anticorpos da doença. Então, a população fica mais vulnerável. No ano passado, quase 14 mil pessoas tiveram a chikungunya. O número equivale a menos de 0,5% da população carioca. Segundo a Fiocruz, esse ano a doença pode atingir 20% da população, o que significa mais de 1,2 milhão de pessoas.

Para a Secretaria Municipal de Saúde, o número de infectados deve ser ainda maior. “É de 30% a 50% e chegar a até três milhões de pessoas infectadas”, diz Carlos Eduardo De Mattos, secretário de Saúde do Rio de Janeiro.

A secretaria treinou diretores de hospitais e postos de saúde para o atendimento às vítimas do mosquito Aedes aegypti.

Notícias 14 Novembro 2016

Deu no Extra: Cemitérios oferecem página em livro virtual para homenagear mortos.

O epitáfio, que resume em uma frase, precedida do “aqui jaz”, tudo que o morto representou em vida para familiares e amigos, parece estar com os dias contados. A internet sepultou as homenagens curtas. Agora, é possível fazer a biografia da pessoa que partiu, rechear com fotos e vídeos e armazenar na nuvem, para ser consultada por parentes e amigos em qualquer tempo e lugar, por meio de celular ou computador.

Rosilene e a filha, no túmulo da mãe, usam cartão com código para acesso à página Foto: Rafael Moraes / EXTRA

A novidade, batizada de "Dears Book" (Livros dos Queridos), é uma extensão do “Queridos Para Sempre”, que em dois anos cadastrou 200 personalidades no cemitério São João Batista, em Botafogo, e cem no Caju, na Zona Portuária. O serviço agora chega aos outros mortais, desde que os familiares paguem de R$ 800 a R$ 1.200, dependendo da complexidade da pesquisa.

A pessoa ainda recebe cem cartões com código de acesso às informações, para distribuir entre familiares e amigos, e a senha que permite atualização, incluindo comentários. A lápide também ganha código (Qr) para visualizar a biografia durante visitas. As informações também estão na internet (www.queridosparasempre.com.br). A vendedora Rosilene Silva de Souza, de 46 anos, recorreu ao projeto para perpetuar a memória da mãe Maria Helena Silva de Souza, morta em abril, aos 65, e sepultada no Jardim da Saudade, em Sulacap.

— É a forma de preservar a memória dela para as futuras gerações. Minha mãe era uma pessoa humilde, mas deu um grande exemplo ao criar três filhos sozinha — afirmou.

 

Reportagem de Geraldo Ribeiro

Leia mais: Jornal Extra

Notícias 03 Novembro 2016

Quase um milhão de pessoas visitaram os cemitérios da Reviver neste finados

Neste dia de finados, o Caju, maior cemitério do estado do Rio de Janeiro, recebeu mais de 500 mil visitantes para as tradicionais homenagens aos seus parentes e amigos. Uma novidade foi o kit antissaudade, um coração feito em espuma com a frase 'Quando a saudade apertar, aperte aqui'. "Foi uma forma de aliviar a dor do ente querido que se foi", disse Sandra Fernandino, responsável pela comunicação da Concessionária Reviver. 

Entre as ações que fizeram sucesso ao longo de todo o dia, uma equipe de profissionais aferiu a pressão e mediu a taxa de glicose de centenas de pessoas. Monitores também tiraram dúvidas sobre os novos planos assistenciais disponíveis para a hora mais difícil da vida.

 

Ampliação de mais de 10 mil jazigos

O São Francisco Xavier também está com obras de ampliação de jazigos. Estão sendo construídos mais de 10 mil novas sepulturas no cemitério, e a previsão é que em novembro as primeiras mil unidades já estejam à disposição do público.

 

 

Como acontece em todos os anos, as missas católicas aconteceram em todos os cemitérios da Rede, que também receberam milhares de visitantes. A histórica capela da Ilha de Paquetá, por exemplo, recebeu dezenas de fiéis para a cerimônia coordenada pela paróquia local.

 

 

A inauguração de um Cenotáfio também foi destaque no Caju. Foram homenageadas diversas personalidades que um dia descansaram no São Francisco Xavier, mas que depois seguiram trasladados para suas cidades.

 

 

 

Lançamento no Caju

A grande novidade porém, foi o lançamento nacional do Dears Book, um inédito livro digital, criado para que as cidades registrem suas celebridades em todos os setores, pelo tempo que existir a internet. Segundo os idealizadores, toda cidade tem os seus Queridos para Sempre! Poetas, cantores, atores, escritores, cientistas, educadores, líderes e heróis de todas as áreas e épocas, que ao longo do tempo foram imortalizados em nomes de bairros, ruas, praças e prédios. No entanto, se existem cada vez menos espaços sem nome, como as pessoas serão homenageadas no futuro?

Agora, as instituições e as famílias estão ganhando uma inovação na forma de se contar a história para as futuras gerações e de prestar homenagem além da vida. 

Uma placa com um código QRCode foi instalada na principal entrada do cemitério. Pelo celular com internet, os visitantes podem encontrar os Queridos para Sempre do Caju, conhecer suas biografias e visitar seus túmulos.