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Notícias 06 Janeiro 2017

Mobilização contra o Mosquito da Dengue nos Cemitérios da Reviver

A Concessionária Reviver S.A. integra-se aos esforços da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, para a eliminação dos potenciais criadouros do mosquito transmissor da Dengue e outras doenças. Em todos os cemitérios sob sua gestão, os funcionários de campo estão orientados a identificar e eliminar qualquer reservatório de água parada, principalmente os vasos de flores naturais e as flores de plástico deixadas pelos familiares. 

Segundo as recentes reportagens publicadas no jornal O DIA, existe grande risco de que os números das contaminações cresçam muito na cidade e no estado.

 

Especialistas alertam para risco de nova epidemia de chikungunya no RJ

Secretaria Municipal de Saúde estima que até três milhões de pessoas possam ser infectadas com a doença durante o verão.

Nessa época do ano é preciso tomar muito cuidado com as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. No Rio de Janeiro, a preocupação é com a chikungunya. Os especialistas e a prefeitura estão prevendo que a cidade enfrente uma epidemia agora no verão.

Os sintomas da doença são dor de cabeça, febre, dor muscular e nas articulações, náuseas, manchas avermelhadas na pele e até queda de cabelo. As sequelas da doença podem durar por vários anos.

Nos anos anteriores a grande vilã era a dengue. Mas para a Fundação Osvaldo Cruz esse pode ser o verão da chikungunya. Como o vírus ainda é recente na cidade, poucas pessoas têm os anticorpos da doença. Então, a população fica mais vulnerável. No ano passado, quase 14 mil pessoas tiveram a chikungunya. O número equivale a menos de 0,5% da população carioca. Segundo a Fiocruz, esse ano a doença pode atingir 20% da população, o que significa mais de 1,2 milhão de pessoas.

Para a Secretaria Municipal de Saúde, o número de infectados deve ser ainda maior. “É de 30% a 50% e chegar a até três milhões de pessoas infectadas”, diz Carlos Eduardo De Mattos, secretário de Saúde do Rio de Janeiro.

A secretaria treinou diretores de hospitais e postos de saúde para o atendimento às vítimas do mosquito Aedes aegypti.

Notícias 14 Novembro 2016

Deu no Extra: Cemitérios oferecem página em livro virtual para homenagear mortos.

O epitáfio, que resume em uma frase, precedida do “aqui jaz”, tudo que o morto representou em vida para familiares e amigos, parece estar com os dias contados. A internet sepultou as homenagens curtas. Agora, é possível fazer a biografia da pessoa que partiu, rechear com fotos e vídeos e armazenar na nuvem, para ser consultada por parentes e amigos em qualquer tempo e lugar, por meio de celular ou computador.

Rosilene e a filha, no túmulo da mãe, usam cartão com código para acesso à página Foto: Rafael Moraes / EXTRA

A novidade, batizada de "Dears Book" (Livros dos Queridos), é uma extensão do “Queridos Para Sempre”, que em dois anos cadastrou 200 personalidades no cemitério São João Batista, em Botafogo, e cem no Caju, na Zona Portuária. O serviço agora chega aos outros mortais, desde que os familiares paguem de R$ 800 a R$ 1.200, dependendo da complexidade da pesquisa.

A pessoa ainda recebe cem cartões com código de acesso às informações, para distribuir entre familiares e amigos, e a senha que permite atualização, incluindo comentários. A lápide também ganha código (Qr) para visualizar a biografia durante visitas. As informações também estão na internet (www.queridosparasempre.com.br). A vendedora Rosilene Silva de Souza, de 46 anos, recorreu ao projeto para perpetuar a memória da mãe Maria Helena Silva de Souza, morta em abril, aos 65, e sepultada no Jardim da Saudade, em Sulacap.

— É a forma de preservar a memória dela para as futuras gerações. Minha mãe era uma pessoa humilde, mas deu um grande exemplo ao criar três filhos sozinha — afirmou.

 

Reportagem de Geraldo Ribeiro

Leia mais: Jornal Extra

Notícias 03 Novembro 2016

Quase um milhão de pessoas visitaram os cemitérios da Reviver neste finados

Neste dia de finados, o Caju, maior cemitério do estado do Rio de Janeiro, recebeu mais de 500 mil visitantes para as tradicionais homenagens aos seus parentes e amigos. Uma novidade foi o kit antissaudade, um coração feito em espuma com a frase 'Quando a saudade apertar, aperte aqui'. "Foi uma forma de aliviar a dor do ente querido que se foi", disse Sandra Fernandino, responsável pela comunicação da Concessionária Reviver. 

Entre as ações que fizeram sucesso ao longo de todo o dia, uma equipe de profissionais aferiu a pressão e mediu a taxa de glicose de centenas de pessoas. Monitores também tiraram dúvidas sobre os novos planos assistenciais disponíveis para a hora mais difícil da vida.

 

Ampliação de mais de 10 mil jazigos

O São Francisco Xavier também está com obras de ampliação de jazigos. Estão sendo construídos mais de 10 mil novas sepulturas no cemitério, e a previsão é que em novembro as primeiras mil unidades já estejam à disposição do público.

 

 

Como acontece em todos os anos, as missas católicas aconteceram em todos os cemitérios da Rede, que também receberam milhares de visitantes. A histórica capela da Ilha de Paquetá, por exemplo, recebeu dezenas de fiéis para a cerimônia coordenada pela paróquia local.

 

 

A inauguração de um Cenotáfio também foi destaque no Caju. Foram homenageadas diversas personalidades que um dia descansaram no São Francisco Xavier, mas que depois seguiram trasladados para suas cidades.

 

 

 

Lançamento no Caju

A grande novidade porém, foi o lançamento nacional do Dears Book, um inédito livro digital, criado para que as cidades registrem suas celebridades em todos os setores, pelo tempo que existir a internet. Segundo os idealizadores, toda cidade tem os seus Queridos para Sempre! Poetas, cantores, atores, escritores, cientistas, educadores, líderes e heróis de todas as áreas e épocas, que ao longo do tempo foram imortalizados em nomes de bairros, ruas, praças e prédios. No entanto, se existem cada vez menos espaços sem nome, como as pessoas serão homenageadas no futuro?

Agora, as instituições e as famílias estão ganhando uma inovação na forma de se contar a história para as futuras gerações e de prestar homenagem além da vida. 

Uma placa com um código QRCode foi instalada na principal entrada do cemitério. Pelo celular com internet, os visitantes podem encontrar os Queridos para Sempre do Caju, conhecer suas biografias e visitar seus túmulos.

 

Notícias 01 Novembro 2016

Inovação mostra como as pessoas serão homenageadas no futuro

Toda cidade tem os seus Queridos para Sempre! Poetas, cantores, atores, escritores, cientistas, educadores, líderes e heróis de todas as áreas e épocas, que ao longo do tempo foram imortalizados em nomes de bairros, ruas, praças e prédios. No entanto, se existem cada vez menos espaços sem nome, como as pessoas serão homenageadas no futuro?

Por isso as instituições e as famílias estão ganhando uma inovação na forma de se contar a história para as futuras gerações e de prestar homenagem além da vida. Hospedado nas nuvens, o Dears Book é um inédito livro digital, criado para que as cidades registrem suas celebridades em todos os campos, pelo tempo que existir a internet.

 

Na prática, todas as famílias podem manter viva a memória de seus antepassados com o Dears Book. Outra novidade é que a iniciativa representa uma ferramenta sustentável para a comunicação de empresas, entidades de classe, órgãos públicos, clubes de serviço, etc., que podem patrocinar páginas para seus ex-dirigentes e membros, fazendo justiça a quem escreveu seu nome no livro da vida, deixou obras e não pode ser esquecido.

O Projeto Cultural Queridos para Sempre! é responsável pelo resgate e preservação das referências históricas e arquitetônicas encontradas nos cemitérios tradicionais, identificando esses túmulos com placas digitais e realidade aumentada. De olho nas tendências do setor, o Dears Book é a solução tecnológica desenvolvida para quem optou pela cremação, pelos cemitérios-parque ou verticais. Respeitando outros eventuais sistemas de codificação adotados, um painel é colocado na entrada dos cemitérios com as “atrações locais”, que passam a ser conhecidas não apenas dos que os visitam, como também dos internautas em computadores e celulares (Queridos para Sempre ou Dears Forever nos sites de busca).

“Basta de tantas memórias perdidas no tempo”, afirma o professor e historiador Milton Teixeira, que realiza passeios guiados pelas ruas e cemitérios do Rio de Janeiro. “Agora os nomes das ruas, os monumentos, os títulos de muitas instituições farão algum sentido. Essa iniciativa vai facilitar a vida dos pesquisadores e abrir novos campos de trabalho nas cidades. Ainda que os restos mortais não tenham sido preservados, a memória dos Queridos para Sempre estará bem guardada e disponível para todo o mundo”, completa.

Conhece alguém que merece entrar para a história? Procure a administração dos cemitérios e funerárias, ou acesse queridosparasempre.com.br a partir do dia 3 de novembro.

Notícias 01 Novembro 2016

Cemitérios Públicos recebem público com novidades

O cemitério São Francisco Xavier, no Caju, o maior doRio de Janeiro, decidiu inovar. No próximo Dia de Finados (2), os visitantes receberão uma espécie de kit antissaudade, com um coração feito em espuma e no qual estará escrita a frase 'Quando a saudade apertar, aperte aqui'. É uma forma de aliviar a dor do ente querido que se foi.

Notícias 23 Julho 2016

Globo grava cenas da próxima novela no Cemitério do Caju

Na última sexta-feira a novela Sol Nascente, nova produção da Globo que estreia em agosto no horário das seis, teve cenas gravadas no cemitério do Caju.

Durante várias horas, artistas e um grande aparato técnico ocupou as quadras próximas aos túmulos centenários do São Francisco Xavier.

Segundo a equipe de comunicação do Sol Nascente, a gravação está gerando uma forte expectativa. "Algumas celebridades farão estreias no ramo da atuação, e como forte destaque teremos a presença ilustre de Carol Nakamura, que chegou a fazer um discurso emocionado durante sua última participação como assistente de Fausto Silva no Domingão do Faustão, após ter sido confirmado como parte do elenco da próxima novela das 18, programada para estrear no lugar de Êta Mundo Bom no final de agosto.

Com características asiáticas e um toque brasileiro em suas curvas, além da pele bronzeada, Carol contracena com Giovanna Antonelli, ambas pertencentes à mesma família na história fictícia. Para entender melhor, ambas pertencem à família Tanaka, cujo patriarca é interpretado por ninguém menos que Luis Mello. Além das duas estrelas, também destaca-se a presença de Paulo Chun, Miwa Yanagizawa e Jacqueline Sato, que foi escolhida às pressas para substituir Daniele Suzuki".

Visite a página oficial

Notícias 25 Julho 2016

Reviver adota tecnologia inovadora nas obras de ampliação dos Cemitérios do Rio

As obras de ampliação dos cemitérios da Concessionária Reviver serão realizadas com tecnologias inovadoras. A afirmação é do engenheiro Sandro Augusto Lobo, que coordena o Projeto Novo Caju, onde já estão em implantação quase 3.500 novos jazigos somente em uma das quadras.

Além da preservação do solo, os materiais empregados poupam energia e as partes modulares utilizam mínima quantidade de pedra e areia. Uma "fábrica" de módulos permite economia total de recursos naturais. A tecnologia inovadora foi testada em várias partes do mundo, com as mesmas condições climáticas.

Depois da série de obras emergenciais nos cemitérios sob sua responsabilidade, a Concessionária Reviver começou nesta quinta-feira, 23 de junho, a primeira etapa da ampliação da capacidade total dos cemitérios pelo Caju, o São Francisco Xavier. "Serão quase 3.500 novos jazigos somente em uma das quadras", garantiu o engenheiro Sandro Augusto Lobo, que coordena o Projeto Novo Caju.

Acompanhe os detalhes do projeto que já tramitou e recebeu aprovação dos setores públicos.

Notícias 28 Junho 2016

Cemitérios da Reviver ganham novas coberturas para as eças

A Concessionária Reviver iniciou a substituição dos velhos toldos que cobrem as tradicionais eças, as mesas em que são expostos os corpos que chegam aos cemitérios minutos antes do sepultamento, ou seja, quando não passam pelas capelas. Fabricados com estrutura metálica moderna e robusta, foram projetados para proteger mais pessoas nos dias ensolarados ou chuvosos, atendendo antiga reivindicação dos usuários. 

Os primeiros locais a receberem os melhoramentos foram os cemitérios da Ilha do Governador e de Ricardo de Albuquerque. Porém, segundo o coordenador Moisés Genovez, Realengo, Santa Cruz, Caju e Ilha de Guaratiba também estão na programação da empresa. A modernização dos cemitérios públicos do Rio de Janeiro faz parte de um amplo projeto que inclui ampliação da capacidade e qualidade total nas instalações e no atendimento.

 

Curiosidade:

Conforme o dicionário informal, desde antigamente, eça é o nome do estrado onde se colocavam os caixões para os corpos serem velados. Veja uma citação de trecho jornalístico do Correio do Povo de 1911: "Findo este, foi o ataúde retirado da alterosa eça e, à mão, conduzido até a travessa 1? de Março, no Campo da Redenção, sendo as alças muito disputadas." 

 

 

Notícias 24 Junho 2016

Começaram as obras de ampliação da capacidade dos Cemitérios do Rio

Depois da série de obras emergenciais nos cemitérios sob sua responsabilidade, a Concessionária Reviver começou nesta quinta-feira, 23 de junho, a primeira etapa da ampliação da capacidade total dos cemitérios pelo Caju, o São Francisco Xavier. "Serão quase 3.500 novos jazigos somente em uma das quadras", garantiu o engenheiro Sandro Augusto Lobo, que coordena o Projeto Novo Caju.

Acompanhe os detalhes do projeto que já tramitou e recebeu aprovação dos setores públicos.

 

 

Notícias 24 Junho 2016

Turistas e moradores participam do Passeio Cultural ao Cemitério do Caju

Na tarde desta quinta-feira, 23 de junho, o tradicional Cemitério São Francisco Xavier recebeu moradores e turistas interessados em conhecer suas obras de arte e túmulos de personalidades históricas. Como sempre. o anfitrião da visita foi o conhecido Professor Milton Teixeira, um dos pioneiros em visitas guiadas pelos cemitérios do país. O Cemitério do Caju é o maior do estado do Rio e o segundo maior do Brasil (perde somente para o Vila Formosa, em São Paulo).

A Reviver, concessionária dos cemitérios da cidade do Rio de Janeiro, adotou o Projeto Cultural Queridos para Sempre! para pesquisar e identificar as personalidades e obras de interesse histórico. No Caju e nos outros cemitérios da Reviver já foram identificados importantes membros do Império e da República, pois os nobres moradores dos palácios de São Cristóvão escolhiam o Caju. Aliás, umas das frases mais populares da época fazia referência ao Imperador que construiu esse cemitério _ Pedro, um dia irás para o Caju".

Segundo a coordenação do Projeto, a população tem participado com sugestões de pesquisas e curiosidades sobre parentes e amigos que se destacaram em diversas épocas e se tornaram Queridos para Sempre!, ainda que tenham sido exumadas e seus restos mortais transladados para suas cidades natais, como José do Patrocínio e Ana Neri.

Pouca gente sabe disso, mas personalidades como Tim Maia, Emilinha Borba, Cartola, Dona Zica, Dona Neuma, Dolores Duran, Jamelão, Noel Rosa, Elizeth Cardoso, Paulo Sérgio, Ernesto Nazareth, Waldick Soriano, Procópio Ferreira, Barão do Rio Branco, Bezerra de Menezes, Presidente Figueiredo e dezenas de outros músicos, atores, escritores, poetas, médicos, benfeitores, educadores, empreendedores, militares, nobres e autoridades do Império e da República, descansam no Caju, nome popular do Cemitério São Francisco Xavier, no Rio de Janeiro.

 

Tendência Internacional

Tendência crescente em todo o mundo, cada vez mais pessoas visitam os cemitérios em busca de lazer e de cultura. Depois da experiência de sucesso do Père-Lachaise, na França, do La Recoleta, na Argentina e do São João Batista no Brasil, outras comunidades descobriram que seus heróis e ídolos “descansam” nos mesmos cemitérios que seus amigos e parentes. Alguns confessam que tinham medo, mas mudaram a forma de pensar depois que, literalmente, “aproveitaram a ida aos enterros” para conhecer também as sepulturas de personalidades famosas. Gostaram tanto da ideia que viraram fãs da nova “atração cultural”.

Baseados no conceito de que “cemitérios são cidades feitas de construções e histórias de vida”, fica fácil entender porque os fantasmas que sempre assombraram o tema da morte estão perdendo espaço para os roteiros culturais ou simples programas alternativos com gosto de aventura. É mágico ver o espírito de curiosidade abrir as portas do conhecimento. As pessoas que visitam os cemitérios, com olhos de ver e de entender as diferentes significações dos túmulos, descobrem maravilhas muito além dos nomes e epitáfios gravados nas lápides. Escondidas nas pedras, nas obras de arte e nos estilos de época, vivem verdadeiros retratos do tempo, uma volta ao passado contada de forma até mais atraente que na maioria dos museus convencionais.

 

 

Outra curiosidade sobre os cemitérios administrados pela Reviver: No Cemitério Histórico da Ilha de Paquetá encontra-se o único jazigo panorâmico conhecido. Idealizado por um morador da ilha, tem uma estrutura interna elevada que lhe permitirá ficar "apreciando eternamente" as belezas da Baia da Guanabara. 

Reserve sua vaga no próximo Passeio pelo Cemitério Histórico de Paquetá. Aguarde instruções neste site, ou fale com o 0800 022 1650, ou O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.