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Notícias 05 Junho 2016

Projeto ReviVerde mostra responsabilidade ambiental da Concessionária Reviver

Depois da iniciativa de implantar projetos de preservação da memória cultural, com pesquisa e identificação dos jazigos de personalidades e de importância histórica e artística (Projeto Queridos para Sempre!), e de preservação do ambiente cemiterial, para destinação correta de resíduos da atividade cemiterial (Projeto ReviVerde), a Concessionária Reviver lançou neste 5 de junho - Dia do Meio Ambiente, o levantamento das espécies que procuram abrigo nos cemitérios sob sua responsabilidade: Caju, Ilha do Governador, Ricardo de Albuquerque, Realengo, Santa Cruz, Ilha de Guaratiba e Ilha de Paquetá.

Ambientalistas e biólogos trabalham para identificar as espécies da fauna brasileira e preservar seus abrigos, ninhos e filhotes. Segundo os primeiros resultados da nova fase do Projeto ReviVerde, milhares de aves e animais vivem no ambiente cemiterial do Rio atraídos pela quantidade de árvores produtoras de sementes e frutas, além da proximidade de matas e maciços florestais.

Ainda no mês de junho, visitantes, funcionários e vizinhos dos cemitérios da Reviver deverão receber noções básicas de educação ambiental, sobretudo para não depositar lixo e restos de alimentos no chão e sobre os túmulos; não acender velas fora dos locais indicados para cerimônias religiosas; não levar nem abandonar animais domésticos, como cães e gatos; não colocar gaiolas e armadilhas para pássaros e animais.

Durante a atualização cadastral, os usuários também são informados sobre o estado de conservação de seus túmulos, alguns construídos entre árvores nas décadas passadas e danificados por raízes que cresceram ao lado ou dentro deles. “A escolha das espécies corretas de arborização e decoração dos jazigos poderia evitar esses danos”, afirmam os novos gestores.

O ReviVerde inicia contato com os órgãos de saúde pública, para encontrar soluções ecológicas para cobras, aranhas, abelhas, marimbondos, pombos, morcegos, ratos e outros roedores e vetores que podem colocar em risco os funcionários e visitantes. Além disso, colabora com órgãos policiais e de fiscalização para coibir a colocação de gaiolas por caçadores e traficantes de animais que tradicionalmente agiam nestes locais, contra a Lei de Crimes Ambientais.

 

Espécies catalogadas em todos os cemitérios da Reviver:

Animais (Calango, Caxinguelê, Gambá, Mico Estrela, Tatu Peba, Teiú)

Pássaros (Andorinha, Anu Branco, Anu Preto, Beija-Flor Tesoura, Beija-Flor de Papo Branco, Bem-Te-Vi, Bico de Lacre, Cambacica, Canário da Terra, Coleirinha, Corruíra, Coruja Buraqueira, Curió, Fogo Apagou, Gavião Caracará, João-de-Barro, Maritaca, Pica-Pau, Jurití, Quero-Quero, Rolinha, Sabiá Laranjeira, Sanhaço Cinza, Saracura, Tiê Sangue, Tucano de Bico Preto, Viuvinha)

 

 

Ferramenta Tecnológica

Outra novidade é a disponibilização de QR Code para identificar essas espécies. Basta aproximar o smartphone do código digital, que o visitante terá em seu celular as informações referentes a cada tipo de animal que habita nos cemitérios do Caju, Cacuia, Guaratiba, Paquetá, Realengo, Ricardo de Albuquerque e Santa Cruz, que são administrados pela Concessionária Reviver.  

 

 

O Projeto acontece no Caju e em todos os cemitérios da Reviver

 

Notícias 17 Maio 2016

Cemitério do Caju receberá turistas e moradores durante o passeio cultural

No próximo dia 19 de maio, quinta-feira, a partir das 14:30 horas, o tradicional Cemitério São Francisco Xavier estará aberto aos moradores e turistas interessados em suas obras de arte e túmulos de personalidades históricas.

O anfitrião da primeira visita do ano será o conhecido Professor Milton Teixeira, um dos pioneiros em visitas guiadas pelos cemitérios do país. O Cemitério do Caju é o maior do estado do Rio e o segundo maior do Brasil (perde somente para o Vila Formosa, em São Paulo).

A Reviver, concessionária dos cemitérios da cidade do Rio de Janeiro, adotou o Projeto Cultural Queridos para Sempre! para pesquisar e identificar as personalidades e obras de interesse histórico. No Caju e nos outros cemitérios da Reviver já foram identificados importantes membros do Império e da República, pois os nobres moradores dos palácios de São Cristóvão escolhiam o Caju. Aliás, umas das frases mais populares da época fazia referência ao Imperador que construiu esse cemitério _ Pedro, um dia irás para o Caju".

Segundo a coordenação do Projeto, a população tem participado com sugestões de pesquisas e curiosidades sobre parentes e amigos que se destacaram em diversas épocas e se tornaram Queridos para Sempre!, ainda que tenham sido exumadas e seus restos mortais transladados para suas cidades natais, como José do Patrocínio e Ana Neri.

Pouca gente sabe disso, mas personalidades como Tim Maia, Emilinha Borba, Cartola, Dona Zica, Dona Neuma, Dolores Duran, Jamelão, Noel Rosa, Elizeth Cardoso, Paulo Sérgio, Ernesto Nazareth, Waldick Soriano, Procópio Ferreira, Barão do Rio Branco, Bezerra de Menezes, Presidente Figueiredo e dezenas de outros músicos, atores, escritores, poetas, médicos, benfeitores, educadores, empreendedores, militares, nobres e autoridades do Império e da República, descansam no Caju, nome popular do Cemitério São Francisco Xavier, no Rio de Janeiro.

 

Tendência Internacional

Tendência crescente em todo o mundo, cada vez mais pessoas visitam os cemitérios em busca de lazer e de cultura. Depois da experiência de sucesso do Père-Lachaise, na França, do La Recoleta, na Argentina e do São João Batista no Brasil, outras comunidades descobriram que seus heróis e ídolos “descansam” nos mesmos cemitérios que seus amigos e parentes. Alguns confessam que tinham medo, mas mudaram a forma de pensar depois que, literalmente, “aproveitaram a ida aos enterros” para conhecer também as sepulturas de personalidades famosas. Gostaram tanto da ideia que viraram fãs da nova “atração cultural”.

Baseados no conceito de que “cemitérios são cidades feitas de construções e histórias de vida”, fica fácil entender porque os fantasmas que sempre assombraram o tema da morte estão perdendo espaço para os roteiros culturais ou simples programas alternativos com gosto de aventura. É mágico ver o espírito de curiosidade abrir as portas do conhecimento. As pessoas que visitam os cemitérios, com olhos de ver e de entender as diferentes significações dos túmulos, descobrem maravilhas muito além dos nomes e epitáfios gravados nas lápides. Escondidas nas pedras, nas obras de arte e nos estilos de época, vivem verdadeiros retratos do tempo, uma volta ao passado contada de forma até mais atraente que na maioria dos museus convencionais.

 

 

Outra curiosidade sobre os cemitérios administrados pela Reviver: No Cemitério Histórico da Ilha de Paquetá encontra-se o único jazigo panorâmico conhecido. Idealizado por um morador da ilha, tem uma estrutura interna elevada que lhe permitirá ficar "apreciando eternamente" as belezas da Baia da Guanabara. Ainda não foi inaugurado. 

Reserve sua vaga no Passeio pelo Cemitério Histórico de Paquetá. Aguarde instruções neste site ou O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

Notícias 07 Maio 2016

Cemitérios da Reviver recebem visitantes para as homenagens do Dia das Mães

Quem visitou os cemitérios São Francisco Xavier - Cajú, Murundú - Realengo, Santa Cruz, Ricardo de Albuquerque, Ilha de Guaratiba e Cacuia - Ilha do Governador, neste Dia das Mães, recebeu rosas brancas de presente. A homenagem da Concessionária Reviver aconteceu nos maiores cemitérios da sua rede, onde milhares de pessoas visitaram os jazigos particulares e públicos. 

Veja como foi o Dia das Mães nos Cemitérios do Rio:

Além de reverenciar a memória de seus antepassados, as famílias aproveitaram para atualizar as informações de seus jazigos, de acordo com a nova legislação municipal. Na Ilha de Guaratiba as mães também receberam rosas brancas em embalagens especialmente desenhadas para a data.

 

Na Ilha de Paquetá foi inaugurada a nova iluminação por holofotes, instalada pela Rio Luz na Rua Manoel de Macedo. A novidade vai garantir mais segurança ao local, além de permitir que os turistas apreciem a arborização do cemitério histórico também no período noturno. Outra antiga reivindicação da comunidade foi a volta das missas na pitoresca capela, uma vez ao mês.

Detalhe da Capela São Francisco de Assis, no Cemitério Histórico da Ilha de Paquetá.

 

 

Curiosidades sobre a obra artística de Pedro Bruno

Construido em 1860, por iniciativa da benfeitora Dona Escholástica Maria Lisboa para substituir o antigo local com mais de 90 anos, recebeu o nome de Cemitério de Santo Antônio, nome do santo que dava nome à atual Rua Manoel de Macedo.

Em 1933, a administração do cemitério passou a ser feita pela Prefeitura do antigo Distrito Federal, época em que o pintor Pedro Bruno fora designado pelo Prefeito Dr. Pedro Ernesto, para ser o ZELADOR ARTÍSTICO DO CEMITÉRIO, "cargo não remunerado e que o artista exerceu magistralmente, transformando o local num verdadeiro recanto de arte, como fez com toda a ilha."

No local da antiga casa de Dona Escholástica construiu a Capela do Cemitério, totalmente de pedras, e nela colocou dois de seus quadros, complementando o ambiente artístico: SÃO FRANCISCO DE ASSIS FALANDO AOS PÁSSAROS e CRISTO AO LUAR, ambos premiados. Também são de Pedro Bruno os projetos do muro frontal, do Cruzeiro, da Casa da Administração e do Mausoléu da Marinha, em homenagem aos soldados mortos na Revolta da Armada de 1893.

Nunca foram permitidos mausoléus, nem outros tipos de ostentações que pudessem fazer separação entre pobres e ricos e, assim, todas as sepulturas igualavam-se pelos mesmos padrões de simplicidade. A sepultura do Pintor é um bom exemplo de simplicidade. Idealizada e executada pelo seu amigo Augusto Silva, reflete bem todo o espírito artístico de Bruno, merecendo também ser visitada. Ao lado do cemitério dos humanos encontra-se outra obra de Pedro Bruno, o igualmente famoso e exclusivo Cemitério dos Pássaros.

Notícias 25 Abril 2016

Tim Maia, Noel Rosa, Jamelão, Cartola, Barão do Rio Branco são atrações no passeio cultural do Caju. Dia 27

Os inesquecíveis Noel Rosa, Jamelão, Cartola, Dona Zica e Dona Neuma, e também o cantor Agepê e as cantoras do rádio Emilinha Borba e Dolores Duran, estão entre as atrações do Projeto Cultural Queridos para Sempre! no Cemitério do Caju. Durante a próxima visita com o professor Milton Teixeira, nesta quarta-feira, dia 27 de abril, a partir das 14:30 horas, serão apresentadas as biografias em placas digitais que podem ser lidas com celular e internet.

Os Passeios Culturais pelo Caju acontecem todos os meses, abertos para moradores e turistas, além de pesquisadores, professores e alunos dos cursos de história e arte. O Projeto realizado pela Concessionária Reviver para identificar e preservar os túmulos de interesse histórico, artístico e cultural. Dezenas de jazigos já estão catalogados por suas construções e arquitetura tumular, ou por abrigarem heróis,poetas, músicos, educadores, militares, empreendedores que fizeram nossa história.


Noel Rosa – Compositor (Q1 - 17082)
Noel de Medeiros Rosa (Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 1910 — Rio de Janeiro, 4 de maio de 1937)

José Bispo Clementino dos Santos – Jamelão – Cantor (Q3 – 4329E)
José Bispo Clementino dos Santos, mais conhecido como Jamelão (Rio de Janeiro, 12 de maio de 1913 – Rio de Janeiro, 14 de junho de 2008)

Angenor de Oliveira - Cartola – Cantor (Q21 – 29)
Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola, (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980)

Dona Zica – Personalidade da Mangueira e Esposa de Cartola (Q21 – 29)
Dona Zica, pseudônimo de Euzébia Silva do Nascimento (Rio de Janeiro,6 de fevereiro de 1913 -Rio de Janeiro, 22 de janeiro de 2003)

Dona Neuma – Cantora (Q1 – 16838)
Dona Neuma, apelido de Neuma Gonçalves da Silva (8 de maio de 1922 - 17 de julho de 2000)


Agepê - Cantor (Q55 21460)
Antônio Gilson Porfírio, mais conhecido como Agepê (Rio de Janeiro, 10 de agosto de 1942 — Rio de Janeiro, 30 de agosto de 1995)

Emilinha Borba – Cantora (Q36 2416)
Emília Savana da Silva Borba, conhecida como Emilinha Borba, (Rio de Janeiro, 31 de agosto de 1923 — Rio de Janeiro, 3 de outubro de 2005)

Dolores Duran – Cantora (Q21 - )
Dolores Duran, nome artístico de Adiléia Silva da Rocha (Rio de Janeiro, 7 de junho de 1930 — Rio de Janeiro, 24 de outubro de 1959)

Notícias 01 Abril 2016

Concessionária Reviver amplia projetos de preservação nos cemitérios do Rio

Depois da iniciativa de implantar projetos de preservação da memória cultural, com pesquisa e identificação dos jazigos de personalidades e de importância histórica e artística (Projeto Queridos para Sempre!); e de preservação do ambiente cemiterial, para destinação correta de resíduos da atividade cemiterial (Projeto ReviVerde), a Concessionária Reviver realiza o levantamento das espécies que procuram abrigo nos cemitérios sob sua responsabilidade.

Ambientalistas e biólogos trabalham para identificar as espécies da fauna brasileira e preservar seus abrigos, ninhos e filhotes. Segundo os primeiros resultados da nova fase do Projeto ReviVerde, milhares de aves e animais vivem no ambiente cemiterial do Rio atraídos pela quantidade de árvores produtoras de sementes e frutas, além da proximidade de matas e maciços florestais.

Em junho, durante a semana do meio ambiente, visitantes, funcionários e vizinhos dos cemitérios da Reviver deverão receber noções básicas de educação ambiental, sobretudo para não depositar lixo e restos de alimentos no chão e sobre os túmulos; não acender velas fora dos locais indicados para cerimônias religiosas; não levar nem abandonar animais domésticos, como cães e gatos; não colocar gaiolas e armadilhas para pássaros e animais.

Durante a atualização cadastral, os usuários já estão sendo informados sobre o estado de conservação de seus túmulos, alguns construídos entre árvores nas décadas passadas e danificados por raízes que cresceram ao lado ou dentro deles. “A escolha das espécies corretas de arborização e decoração dos jazigos poderia evitar esses danos”, afirmam os novos gestores.

O ReviVerde mantém contato com os órgãos de saúde pública, para encontrar soluções ecológicas para cobras, aranhas, abelhas, roedores, pombos e vetores que podem colocar em risco os funcionários e visitantes. Além disso, colabora com órgãos policiais e de fiscalização para coibir a colocação de gaiolas por caçadores e traficantes de animais que agem contra a Lei de Crimes Ambientais.

Primeiras espécies catalogadas:

Animais (Micos, Tatús, Gambás e Lagartos)

Pássaros (Sabiás, Bem-te-vis, Sanhaços, Curiós, Tiês-sangue, Beija-flores, Viuvinhas, Coleiras, Canários, Periquitos, Anus brancos, Gaviões, Corujas, Pica-paus, Rolinhas, Juritis, Curruíras, Cambacicas e Calafates)

Notícias 30 Março 2016

Nova Funerária Reviver recebe frota de carros com tecnologia moderna

A nova Funerária Reviver, empresa da concessionária que administra 8 unidades cemiteriais da cidade, entre elas o maior cemitério do estado - segundo maior da América Latina (Caju) e o primeiro crematório do estado do Rio de Janeiro, acaba de receber sua frota de carros funerários para atendimento de seus clientes. 

Os veículos receberam as adaptações exigidas pela legislação e outras tecnologias que garantem qualidade e segurança nas remoções locais e regionais.

Notícias 23 Fevereiro 2016

Caju anuncia programação dos Passeios Culturais

Na próxima quarta-feira, dia 24 de fevereiro, o Projeto Queridos para Sempre! abre as portas do Cemitério São Francisco Xavier (Caju) para visitantes do tradicional Passeio Cultural com o Historiador e Professor Milton Teixeira. A partir das 14:30 horas, moradores, turistas, estudantes e pesquisadores se encontram hall das capelas.

Inaugurado pelo Imperador D. Pedro II, o Caju é o segundo maior cemitério do Brasil e o maior do Estado do Rio. Durante todo o Império, os membros da corte e a nobreza, moradores do importante bairro de São Cristóvão, eram sepultados nos imponentes jazigos do São Francisco Xavier. O Projeto Cultural Queridos para Sempre! está pesquisa e identifica esses túmulos com códigos digitais gravados em placas de aço, facilitando a vida de quem visita o cemitério em qualquer ocasião.

Tim Maia, Emilinha Borba, Cartola, Dona Zica, Dona Neuma, Dolores Duran, Jamelão, Noel Rosa, Elizeth Cardoso, Paulo Sérgio, Ernesto Nazareth, Waldick Soriano, Procópio Ferreira, Barão do Rio Branco, Bezerra de Menezes, Presidente Figueiredo e dezenas de outros músicos, atores, escritores, poetas, médicos, benfeitores, educadores, empreendedores, militares, nobres e autoridades do Império e da República, descansam no Caju.

Em março o passeio gratuito acontece no dia 23, quarta-feira, a partir das 14:30 horas.

Notícias 15 Janeiro 2016

Caju receberá turistas e moradores durante o passeio cultural de janeiro

No próximo dia 28 de janeiro, quinta-feira, a partir das 14:30 horas, o tradicional Cemitério São Francisco Xavier estará aberto aos moradores e turistas interessados em suas obras de arte e tumulos de personalidades históricas.

O anfitrião da primeira visita do ano será o conhecido Professor Milton Teixeira, um dos pioneiros em visitas guiadas pelos cemitérios do país. O Cemitério do Caju é o maior do estado do Rio e o segundo maior do Brasil (perde somente para o Vila Formosa, em São Paulo).

A Reviver, concessionária dos cemitérios da cidade do Rio de Janeiro, adotou o Projeto Cultural Queridos para Sempre! para pesquisar e identificar as personalidades e obras de interesse histórico. No Caju e nos outros cemitérios da Reviver já foram identificados importantes membros do Império e da República, pois os nobres moradores dos palácios de São Cristóvão escolhiam o Caju. Aliás, umas das frases mais populares da época fazia referência ao Imperador que construiu esse cemitério _ Pedro, um dia irás para o Caju".

Segundo a coordenação do Projeto, a população tem participado com sugestões de pesquisas e curiosidades sobre parentes e amigos que se destacaram em diversas épocas e se tornaram Queridos para Sempre!, ainda que tenham sido exumadas e seus restos mortais transladados para suas cidades natais, como José do Patrocínio e Ana Neri.

Pouca gente sabe disso, mas personalidades como Tim Maia, Emilinha Borba, Cartola, Dona Zica, Dona Neuma, Dolores Duran, Jamelão, Noel Rosa, Elizeth Cardoso, Paulo Sérgio, Ernesto Nazareth, Waldick Soriano, Procópio Ferreira, Barão do Rio Branco, Bezerra de Menezes, Presidente Figueiredo e dezenas de outros músicos, atores, escritores, poetas, médicos, benfeitores, educadores, empreendedores, militares, nobres e autoridades do Império e da República, descansam no Caju, nome popular do Cemitério São Francisco Xavier, no Rio de Janeiro.

 

Outra curiosidade sobre os cemitérios administrados pela Reviver: No Cemitério Histórico da Ilha de Paquetá encontra-se o único jazigo panorâmico conhecido. Idealizado por um morador da ilha, tem uma estrutura interna elevada que lhe permitirá ficar "apreciando eternamente" as belezas da Baia da Guanabara. Ainda não foi inaugurado.

Notícias 18 Novembro 2015

Noel Rosa, sambistas da Mangueira e cantoras do rádio serão homenageados no passeio cultural do Caju

Os inesquecíveis Noel Rosa, Jamelão, Cartola, Dona Zica e Dona Neuma, e também o cantor Agepê e as cantoras do rádio Emilinha Borba e Dolores Duran, serão os novos homenageados do Projeto Cultural Queridos para Sempre! no Cemitério do Caju. Durante a próxima visita com o professor Milton Teixeira, no dia 25 de novembro, a partir das 14:30 horas, serão apresentadas as biografias em placas digitais que podem ser lidas com celular e internet.

Os Passeios Culturais pelo Caju acontecem todos os meses, abertos para moradores e turistas, além de pesquisadores, professores e alunos dos cursos de história e arte. O Projeto realizado pela Concessionária Reviver para identificar e preservar os túmulos de interesse histórico, artístico e cultural. Dezenas de jazigos já estão catalogados por suas construções e arquitetura tumular, ou por abrigarem heróis,poetas, músicos, educadores, militares, empreendedores que fizeram nossa história.


Noel Rosa – Compositor (Q1 - 17082)
Noel de Medeiros Rosa (Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 1910 — Rio de Janeiro, 4 de maio de 1937)

José Bispo Clementino dos Santos – Jamelão – Cantor (Q3 – 4329E)
José Bispo Clementino dos Santos, mais conhecido como Jamelão (Rio de Janeiro, 12 de maio de 1913 – Rio de Janeiro, 14 de junho de 2008)

Angenor de Oliveira - Cartola – Cantor (Q21 – 29)
Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola, (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980)

Dona Zica – Personalidade da Mangueira e Esposa de Cartola (Q21 – 29)
Dona Zica, pseudônimo de Euzébia Silva do Nascimento (Rio de Janeiro,6 de fevereiro de 1913 -Rio de Janeiro, 22 de janeiro de 2003)

Dona Neuma – Cantora (Q1 – 16838)
Dona Neuma, apelido de Neuma Gonçalves da Silva (8 de maio de 1922 - 17 de julho de 2000)


Agepê - Cantor (Q55 21460)
Antônio Gilson Porfírio, mais conhecido como Agepê (Rio de Janeiro, 10 de agosto de 1942 — Rio de Janeiro, 30 de agosto de 1995)

Emilinha Borba – Cantora (Q36 2416)
Emília Savana da Silva Borba, conhecida como Emilinha Borba, (Rio de Janeiro, 31 de agosto de 1923 — Rio de Janeiro, 3 de outubro de 2005)

Dolores Duran – Cantora (Q21 - )
Dolores Duran, nome artístico de Adiléia Silva da Rocha (Rio de Janeiro, 7 de junho de 1930 — Rio de Janeiro, 24 de outubro de 1959)

Notícias 24 Outubro 2015

Queridos para Sempre! chega ao Caju com passeios culturais e homenagens a Miele e Tim Maia.

Pouca gente sabe disso, mas personalidades como Tim Maia, Emilinha Borba, Cartola, Dona Zica, Dona Neuma, Dolores Duran, Jamelão, Noel Rosa, Elizeth Cardoso, Paulo Sérgio, Ernesto Nazareth, Waldick Soriano, Procópio Ferreira, Barão do Rio Branco, Bezerra de Menezes, Presidente Figueiredo e dezenas de outros músicos, atores, escritores, poetas, médicos, benfeitores, educadores, empreendedores, militares, nobres e autoridades do Império e da República, descansam no Caju, nome popular do Cemitério São Francisco Xavier, no Rio de Janeiro.

Para descobrir e preservar os túmulos históricos, bem como os que apresentem interesse artístico, cultural, social ou religioso, a Concessionária Reviver adotou o Projeto Cultural Queridos para Sempre!, onde placas digitais com códigos qrcode identificam e facilitam as pesquisas durante as visitas de turistas e moradores ao mais novo roteiro da cidade. 

Passeios Culturais ao Caju tem novidades até para estudiosos
Pela primeira vez, o maior cemitério do Rio e o segundo do Brasil, receberá turistas, moradores, historiadores e estudantes para conhecerem os túmulos das ilustres personalidades sepultadas desde o Período Imperial. Os Passeios Culturais ao Cemitério São Francisco Xavier, com o professor Milton Teixeira, um dos maiores especialista no assunto, começa na quinta-feira, dia 29 de outubro, às 15 horas.

Durante um trabalho de reconhecimento, Milton afirmou que o Caju esconde preciosas obras tumulares de extremo bom gosto, além de verdadeiras curiosidades culturais capazes de encantar a população e os estudiosos do tema. 

 

Homenagem a Miele e Tim Maia

Entre os primeiros a serem eternizados pelo Projeto Cultural, durante o evento de visitação, estão Tim Maia e Miele, recentemente sepultado no Caju. As visitas guiadas serão mensais, e as próximas datas e horários estarão disponíveis no site www.concessionariareviver.com e na Central 0800 022 1650. 

 

A História do Brasil nos Cemitérios do Rio
O Campo Santo do Caju é o mais antigo da cidade. Foi instalado em 1839 e em 1851 teve seu nome mudado para Cemitério de São Francisco Xavier. Inaugurado por D. Pedro II, a sua denominação entrou nas frases populares da época, quando se dizia — um dia, Pedro, irás para o Caju.

Todos os grandes acontecimentos desse período foram testemunhados pelos cemitérios públicos do Rio de Janeiro. Mortos em combate nas guerras mundiais, nas revoluções ideológicas, nas ações militares, nos serviços públicos, nas epidemias, nas tragédias, nos braços dos fãs, nos cargos políticos, nos bairros nobres e nos lugares mais humildes, descansam eternamente e, novamente, com dignidade e respeito.

Pela data de nascimento e pelas características, o São Francisco Xavier é considerado o irmão gêmeo do Cemitério São João Batista. Enquanto o SJB recebia os ricos moradores de Botafogo, o Caju era o preferido dos nobres do próspero São Cristóvão, os bairros mais importantes do Império.

Quem visitar o histórico Caju, criado pelo Imperador D. Pedro II - e o preferido da próspera e nobre corte de São Cristovão - vai encontrar tradição e modernidade entre as mudanças adotadas pela Concessionária Reviver, que assumiu parte dos cemitérios do Rio de Janeiro no início do ano.

Todas as ruas receberam nomes de flores, e serão identificadas em mapas, floreiras e postes com indicações dos diversos setores e serviços. A comunicação visual ganhou novas cores e fontes atualizadas, de fácil entendimento para todos os públicos frequentadores do local.